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| É já esta 4ª que estreamos EUROPA de David Greig. De 18 a 29 de Outubro no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa. E é a última semana para ver ESTAVA EM CASA E ESPERAVA QUE A CHUVA VIESSE de Jean-Luc Lagarce, só até Sábado 21 de Outubro, no Teatro da Politécnica. Na 2ª 30 de Outubro temos a próxima sessão de UM CLUBE DE LEITURA DE PEÇAS DE TEATRO. Desta vez lemos Heiner Müller. E já pode fazer a sua ASSINATURA DOS LIVIRNHOS DE TEATRO 2024! | | | | |
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| Fotografia © Jorge Gonçalves | | | | |
| EUROPA de David Greig Tradução Pedro Marques Com Américo Silva, Gonçalo Carvalho, Inês Pereira, Nuno Gonçalo Rodrigues, Paulo Pinto, Pedro Caeiro, Rita Rocha Silva e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Vídeo Jorge Cruz e Nuno Barroca Direcção técnica Sérgio Moreira Assistência de encenação Joana Calado e Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca Co-produção Artistas Unidos e São Luiz Teatro Municipal M14 No São Luiz Teatro Municipal de 18 a 29 Outubro 4ª a Sáb. às 20h00 | Dom. às 17h30 | | | | |
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| No Auditório Municipal do Seixal, no Festival de Teatro do Seixal a 9 de Novembro Em Palmela, no Cine-Teatro São João a 11 de Novembro Em Barcelos, no Theatro Gil Vicente a 18 de Novembro No Teatro Municipal da Covilhã a 25 de Novembro (organização – Teatro das Beiras) Em Évora, no Teatro Garcia de Resende a 29 e 30 de Novembro 1. Esta nossa pequena cidade na fronteira, esteve muitas vezes deste lado, 2. e, / 3. noutras ocasiões, / 2. do outro, / 1. mas sempre esteve 1, 2, 3 . na fronteira. / 4. Somos conhecidos pela sopa, 5. Pela fábrica que faz lâmpadas / 1. e por estarmos na fronteira Europa, de David Greig Europa mostra personagens em movimento, física e emocionalmente, alguns agarrando-se dolorosamente às certezas do passado, outros procurando novos destinos e experiências. Uma estação ferroviária abandonada numa cidade fronteiriça sem nome. Os comboios já não param ali e a cidade vai-se tornando vazia e introvertida. Uma história íntima sobre privação de direitos, desconexão, amor e saudade, passada numa qualquer pequena cidade europeia perdida num mundo maior. A resposta de David Greig à guerra civil nos Balcãs e às forças da globalização, que não perde actualidade na Europa em que vivemos. Pedro Carraca | | | | |
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| Fotografia © Jorge Gonçalves | | | | |
| ESTAVA EM CASA E ESPERAVA QUE A CHUVA VIESSE de Jean-Luc Lagarce Tradução Alexandra Moreira da Silva Com Antónia Terrinha, Gracinda Nave, Maria Jorge, Raquel Montenegro e Sofia Fialho Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves com um quadro de Pedro Chorão Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Assistência de encenação Joana Pajuelo Encenação Andreia Bento M12 No Teatro da Politécnica de 21 Setembro a 21 de Outubro 3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e às 21h00 RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt | | | | |
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| FILHA MAIS VELHA todos estes anos que vivemos à espera e perdidas, a não fazer nada senão esperar, e nada conseguir obter, nunca, e não ter outro objectivo senão este Jean-Luc Lagarce, Estava em casa e esperava que a chuva viesse Cinco mulheres à espera de um homem. Ele regressa, depois de muitos anos, para morrer, talvez. Perda. Luto. Vigília. Desistência. Resistência. Vidas em suspenso. Esperar por alguém. Mas também ter esperança. Memória e construção da memória. Despojos de amor, de ternura, de felicidade, de possibilidades. Querer voltar ao que já amámos. Onde fomos felizes. Contar a mesma história. Perdemo-nos… havemos de nos encontrar? Li o texto, pela primeira vez, em 2007. E logo uma ligação inexplicável. Logo um ecoar destas palavras no mais íntimo de mim. Texto que me persegue e assombra há 16 anos. Sempre a voltar a ele. Tal como estas cinco mulheres, nesta casa, à espera. A palavra como acção. Lagarce toca, em cada um de nós, alguma coisa que ignoramos, que suspeitamos, que não conseguimos materializar. Teatro do amor e do desejo do amor. Para o Jorge. Obrigada. Esta mesa está posta. Andreia Bento | | | | |
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| UM CLUBE DE LEITURA DE PEÇAS DE TEATRO E se pudéssemos, em conjunto, descobrir peças de teatro? Este clube de leitura é um encontro promovido pelo Teatro da Cidade em parceria com os Artistas Unidos, onde, em conjunto com o público se lêem e se descobrem textos da dramaturgia universal. Um lugar de encontro para que possamos imaginar outros lugares, outras ficções, para que possamos dialogar com e a partir da palavra de outros autores, fazendo da leitura e da interpretação destes textos um lugar partilhado. Sempre na última 2ª do mês, das 19h às 21h, o encontro está marcado no Teatro da Politécnica. Direcção do Clube de Leitura: Guilherme Gomes Em Outubro, lemos Heiner Müller: HORÁCIO e MAUSER. Ambas as peças exploram temas que oferecem uma visão provocadora sobre a complexidade da condição humana em tempos de conflito e agitação política. Em Horácio, somos transportados para Roma antiga, onde o protagonista, Horácio, é confrontado com um dilema moral angustiante ao escolher entre o amor pela família e a lealdade à pátria. A peça desafia as noções tradicionais de heroísmo e patriotismo, mergulhando profundamente na psicologia humana e na consequência das suas escolhas. Em Mauser a história desenvolve-se num cenário de guerra civil durante a Revolução Russa. Os protagonistas, soldados anónimos conhecidos apenas como Mauser, confrontam a brutalidade da guerra e as tensões políticas da sua época. À medida que os acontecimentos se desenrolam, as personagens expressam os seus pensamentos e dúvidas recorrendo a monólogos e diálogos que revelam a sua luta pela identidade, a procura por um propósito e a inevitabilidade do conflito. As peças de Heiner Müller convidam o público a explorar a ambiguidade moral do ser humano e as complexidades da luta revolucionária, numa experiência teatral provocadora que continua a ressoar com intensidade e relevância no mundo contemporâneo, explorando dilemas éticos e morais universais. | | | | |
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| ASSINATURAS LIVRINHOS DE TEATRO 2024 Vamos publicar mais 10 volumes em 2024. Não quer assinar? São 55 euros. Enviamos cinco remessas durante o ano. Mas, se preferir, pode levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica desse ano. Para mais informações: asimao@artistasunidos.pt | | | | |
| A Sair Em 2024 FEVEREIRO Nº 175 – Paul Claudel – Anúncio a Maria / A Morte de Judas Nº 176 – Ruby Thomas – Reino Animal ABRIL Nº 177 e Nº 178 – 2 volumes com Peças galardoadas com o Prémio Riccione JUNHO Nº 179 – Os Possessos – II – A mentira / Marcha invencível / O Novo Mundo / A bolha Nº 180 – Sara Inês Gigante – POPULAR / MASSA MÃE / YOLO SETEMBRO Nº 181 – Robert Icke e Duncan Macmillan – 1984 Nº 182 – Frederik Brattberg – 2 peças a anunciar NOVEMBRO Nº 183 – Arthur Miller – Todos os meus Filhos Nº 184 – Benianimo Joppolo – A Guarda | | | | |
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