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| Últimas semanas para ver ESTAVA EM CASA E ESPERAVA QUE A CHUVA VIESSE de Jean-Luc Lagarce, só até Sábado 21 de Outubro, no Teatro da Politécnica. Já a 18 de Outubro, estreamos EUROPA de David Greig. De 18 a 29 de Outubro no S. Luiz Teatro Municipal, em Lisboa. E a 10 de Outubro, às 19h00, na Antena 2, pode ouvir SORRISO DE ELEFANTE de Pau Miró, no Teatro Sem Fios. Já a 30 de Outubro temos a próxima sessão de UM CLUBE DE LEITURA DE PEÇAS DE TEATRO. Desta vez lemos Heiner Müller! E estão abertas as ASSINATURAS DOS LIVIRNHOS DE TEATRO 2024! | | | | |
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| Fotografia © Jorge Gonçalves | | | | |
| ESTAVA EM CASA E ESPERAVA QUE A CHUVA VIESSE de Jean-Luc Lagarce Tradução Alexandra Moreira da Silva Com Antónia Terrinha, Gracinda Nave, Maria Jorge, Raquel Montenegro e Sofia Fialho Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves com um quadro de Pedro Chorão Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Assistência de encenação Joana Pajuelo Encenação Andreia Bento M12 No Teatro da Politécnica de 21 Setembro a 21 de Outubro 3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e às 21h00 RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt | | | | |
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| A FILHA MAIS VELHA todos estes anos que vivemos à espera e perdidas, a não fazer nada senão esperar, e nada conseguir obter, nunca, e não ter outro objectivo senão este Jean-Luc Lagarce, Estava em casa e esperava que a chuva viesse Cinco mulheres à espera de um homem. Ele regressa, depois de muitos anos, para morrer, talvez. Perda. Luto. Vigília. Desistência. Resistência. Vidas em suspenso. Esperar por alguém. Mas também ter esperança. Memória e construção da memória. Despojos de amor, de ternura, de felicidade, de possibilidades. Querer voltar ao que já amámos. Onde fomos felizes. Contar a mesma história. Perdemo-nos… havemos de nos encontrar? Li o texto, pela primeira vez, em 2007. E logo uma ligação inexplicável. Logo um ecoar destas palavras no mais íntimo de mim. Texto que me persegue e assombra há 16 anos. Sempre a voltar a ele. Tal como estas cinco mulheres, nesta casa, à espera. A palavra como acção. Lagarce toca, em cada um de nós, alguma coisa que ignoramos, que suspeitamos, que não conseguimos materializar. Teatro do amor e do desejo do amor. Para o Jorge. Obrigada. Esta mesa está posta. Andreia Bento | | | | |
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| Fotografia © Jorge Gonçalves | | | | |
| EUROPA de David Greig Tradução Pedro Marques Com Américo Silva, Gonçalo Carvalho, Inês Pereira, Nuno Gonçalo Rodrigues, Paulo Pinto, Pedro Caeiro, Rita Rocha Silva e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Vídeo Jorge Cruz Assistência de encenação Joana Calado Encenação Pedro Carraca Co-produção Artistas Unidos e São Luiz Teatro Municipal A Classificar pela CCE No São Luiz Teatro Municipal de 18 a 29 Outubro 4ª a Sáb. às 20h00 | Dom. às 17h30 No Auditório Municipal do Seixal, no Festival de Teatro do Seixal a 9 de Novembro Em Palmela, no Cine-Teatro São João a 11 de Novembro Em Barcelos, no Theatro Gil Vicente a 18 de Novembro No Teatro Municipal da Covilhã a 25 de Novembro (organização – Teatro das Beiras) Em Évora, no Teatro Garcia de Resende a 29 e 30 de Novembro | | | | |
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| 1. Uma pequena cidade na fronteira, a nossa, várias vezes deste lado, 2. e, / 3. várias vezes, / 2. do outro, / 1. mas sempre 1, 2, 3 . na fronteira. Europa, de David Greig Europa mostra personagens em movimento, física e emocionalmente, alguns agarrando-se dolorosamente às certezas do passado, outros procurando novos destinos e experiências. Uma estação ferroviária abandonada numa cidade fronteiriça sem nome. Os comboios já não param ali e a cidade vai-se tornando vazia e introvertida. Uma história íntima sobre privação de direitos, desconexão, amor e saudade, passada numa qualquer pequena cidade europeia perdida num mundo maior. A resposta de David Greig à guerra civil nos Balcãs e às forças da globalização, que não perde actualidade na Europa em que vivemos. | | | | |
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| Fotografia © Jorge Gonçalves | | | | |
| SORRISO DE ELEFANTE de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Andreia Bento, António Simão, João Meireles e Raquel Montenegro Direcção Américo Silva Na Antena 2, na 3ª 10 de Outubro às 19h00 Um homem novo e um homem mais velho estão numa estranha residência branca, com enfermeiras sorridentes. São dois homens do teatro, um reformou-se, o outro está a começar e tem uma ambição intacta. Falam de teatro, mas este é um tema que se esgota rapidamente. O tema sobre o qual gostariam de falar é a vida que não lhes deixou ou não os deixa viver o teatro, uma vida cheia de pequenas coisas. HOMEM VELHO Então agora já sabes. Tenho o coração um bocadinho assim... e preciso de tranquilidade, muita tranquilidade. Silêncio. Foi por isso que deixei o teatro, antes dedicava-me ao teatro, agora já não. Silêncio. Houve uns tantos que se ficaram. Eu não. Silêncio. Oiço a palavra teatro e o coração dispara. Silêncio. Não me custou nada deixá-lo. Foi de um dia para o outro. Silêncio. Antes media a minha vida por temporadas e não por anos. O teatro faz desaparecer as pequenas coisas. Estou-te a aborrecer? Pau Miró, Sorriso De Elefante | | | | |
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| UM CLUBE DE LEITURA DE PEÇAS DE TEATRO E se pudéssemos, em conjunto, descobrir peças de teatro? Este clube de leitura é um encontro promovido pelo Teatro da Cidade em parceria com os Artistas Unidos, onde, em conjunto com o público se lêem e se descobrem textos da dramaturgia universal. Um lugar de encontro para que possamos imaginar outros lugares, outras ficções, para que possamos dialogar com e a partir da palavra de outros autores, fazendo da leitura e da interpretação destes textos um lugar partilhado. Sempre na última 2ª do mês, das 19h às 21h, o encontro está marcado no Teatro da Politécnica. Direcção do Clube de Leitura: Guilherme Gomes Em Outubro, lemos Heiner Müller: HORÁCIO e MAUSER. Ambas as peças exploram temas que oferecem uma visão provocadora sobre a complexidade da condição humana em tempos de conflito e agitação política. Em Horácio, somos transportados para Roma antiga, onde o protagonista, Horácio, é confrontado com um dilema moral angustiante ao escolher entre o amor pela família e a lealdade à pátria. A peça desafia as noções tradicionais de heroísmo e patriotismo, mergulhando profundamente na psicologia humana e na consequência das suas escolhas. Em Mauser a história desenvolve-se num cenário de guerra civil durante a Revolução Russa. Os protagonistas, soldados anónimos conhecidos apenas como Mauser, confrontam a brutalidade da guerra e as tensões políticas da sua época. À medida que os acontecimentos se desenrolam, as personagens expressam os seus pensamentos e dúvidas recorrendo a monólogos e diálogos que revelam a sua luta pela identidade, a procura por um propósito e a inevitabilidade do conflito. As peças de Heiner Müller convidam o público a explorar a ambiguidade moral do ser humano e as complexidades da luta revolucionária, numa experiência teatral provocadora que continua a ressoar com intensidade e relevância no mundo contemporâneo, explorando dilemas éticos e morais universais. | | | | |
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| ASSINATURAS LIVRINHOS DE TEATRO 2024 Vamos publicar mais 10 volumes em 2024. Não quer assinar? São 55 euros. Enviamos cinco remessas durante o ano. Mas, se preferir, pode levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica desse ano. Para mais informações: asimao@artistasunidos.pt | | | | |
| A Sair Em 2024 FEVEREIRO Nº 175 – Paul Claudel – Anúncio a Maria / A Morte de Judas Nº 176 – Ruby Thomas – Reino Animal ABRIL Nº 177 e Nº 178 – 2 volumes com Peças galardoadas com o Prémio Riccione JUNHO Nº 179 – Os Possessos – II – A mentira / Marcha invencível / O Novo Mundo / A bolha Nº 180 – Sara Inês Gigante – POPULAR / MASSA MÃE / YOLO SETEMBRO Nº 181 – Robert Icke e Duncan Macmillan – 1984 Nº 182 – Frederik Brattberg – 2 peças a anunciar NOVEMBRO Nº 183 – Arthur Miller – Todos os meus Filhos Nº 184 – Benianimo Joppolo – A Guarda | | | | |
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| Tradução Joana Frazão Com Rúben Gomes, Íris Runa, Maria Jorge e o baterista Pedro Domingos No Teatro da Politécnica de 16 de Novembro a 16 de Dezembro 3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00 LAGOSTA Tem importância porque é muito confuso viver neste mundo actual e as pessoas como nós – pessoas da música – do teatro – podem proporcionar não só instrução ligeira mas também compreensão intelectual – alguma clareza e propósito. Porquê uma só sobrancelha? Enda Walsh, Remédio | | | | | Os Artistas Unidos saúdam Jon Fosse pela atribuição do Nobel da Literatura de 2023. Desde 2000, com a estreia de VAI VIR ALGUÉM, com encenação de Solveig Nordlund, que o teatro de Jon Fosse nos acompanha. Seguiram-se Sonho de Outono, A Noite Canta Os Seus Cantos, Inverno, Lilás, Conferência de Imprensa e Outras Aldrabices, Foi Assim... Mais de 15 peças entre edições, traduções, leituras, peças radiofónicas e espectáculos. Os Artistas Unidos sentem-se honrados por ter contribuído para a divulgação da sua obra em Portugal e esperam continuar a fazê-lo. Parabéns, Jon! | | | | | |
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